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Hamilton Lima
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sábado, junho 26, 2010
Nas Nuvens (1982) - nanquin sobre canson - (19x30)
O piano que é teu corpo
Sinto ainda sua pele em minha boca. Minha língua possui memória fotografica. Te tocar é necessário. A lembrança de seu corpo não é imagem, mas é som. Me vem como o distante som do piano do vizinho. O som que invade frequências rotineiras, o som que guia meu olhar e todos os outros sentidos para minhas memórias mais doces e desnudadas. Desejo tocar o piano que é teu corpo.
Victor Diomondes
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domingo, maio 23, 2010
No sofá (2010) - acrílica sobre canson - (21x29,07)
(...) Quando minha boca e minha língua estão ocupadas nos pêlos ou um anel de couro onde creio reconhecer uma lembrança dos gostos de minha infância pelos túneis. Eu enrabo o mundo.”
Jean Genet – Pompas Fúnebres
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Outros Riscos
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sexta-feira, maio 07, 2010
Estudo para Aflitos (2001) - acrílica sobre papelão - (22x31,05)
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quinta-feira, maio 06, 2010
Juan Carlos (1979) - nanquim sobre canson - (21x29,07)
Diálogo
Minhas palavras são a metade de um diálogo obscuro
continuando através de séculos impossíveis.
Agora compreendo o sentido e a ressonância
que também trazes de tão longe em tua voz.
Nossas perguntas e respostas se reconhecem
como olhos dentro dos espelhos. Olhos que choraram.
Conversamos dos dois extremos da noite,
como de praias opostas. Mas com uma voz que não se importa...
E um mar de estrelas se balança entre o meu pensamento e o teu.
Mas um mar sem viagens.
Cecília Meireles
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quarta-feira, abril 28, 2010
Deodato Lendo Contos Eróticos (2010) - acrílica sobre canson - (21x29,07)
... Ele espalhou o gel no meu rego e colocou uma camada generosa na cabeça do seu pau. Lenta, mas firmemente, ele encaixou o seu pau emborrachado no meu cu. Foi doloroso no começo, mas ele demorou o tempo que foi preciso e foi gentil comigo. Quando ele entrou, eu respirei fundo e nós esperamos um minuto. Então eu o deixei perceber que estava pronto para que invadisse a minha bunda. Ele puxou seu caralho para trás e depois o enfiou inteiro na minha bunda e começou a me comer. ... Ele foi metendo o seu pau imenso até eu poder sentir os seus pentelhos ruivos arranhando as minhas nádegas, suas bolas grandes batendo nas minhas. ...
- Cara, ele é tão grande. Sua tora é tão dura. Oh, meu Deus, eu vou gozar.
- Eu vou gozar. Vou esporrar dentro do seu cu virgem apertadinho – ele estava mandando ver. – Eu vou gozar, cara. Aí está. Toma.
Mesmo com a camisinha, eu senti os grandes jatos do fluido das suas bolas espirrando nas minhas entranhas. ... Ele enroscou os seus braços fortes ao redor do meu peito e me abraçou apertado. Ficamos atracados assim por muito tempo. Ele estava pingando e eu podia sentir o seu suor escorrendo sobre o meu corpo. Eu estava pelando. Não me lembro de ter ficado nunca de pau tão duro quanto daquela vez. No que pareceu um piscar de olhos, Herbie assumiu a minha posição no banheiro e me presenteou com as suas nádegas carnudas e seu rego coberto de pêlos ruivos.
- Ponha uma camisinha, garanhão. – ele disse.
Eu desenrolei uma camisinha sobre minha vara e só então me lembrei do gel para facilitar a entrada. Eu estava prestes de comer a minha primeira bunda, um rabo quente de fuzileiro.
- Finque-a na minha bunda – ele rosnou.
Eu adorava o jeito dele falar. Fazia tudo ficar mais excitante.
- Me coma com esse pau grande, civil.
Eu segurei as suas coxas e fiquei olhando o meu pau inchado se acomodar na bunda musculosa e em brasa do fuzileiro.
- Me coma, cara. Coma o meu cu.
Eu meti o pau fundo, puxei-o quase todo para fora e então o empurrei de volta para dentro, outra e outra vez.
- Continue – ele gruniu – me foda até morrer.
- Como você quiser, rapazinho. Um pau grande na sua bunda. Vá lá, soldado raso. O posto é raso, mas o buraco é fundo, heim?
Ele remexeu a bunda e forçou-a contra mim forte e rápido, nossos corpos fazendo sons altos ao colidir um contra o outro. Então eu gozei. ... Eu enfiei com tudo e me deixei levar pelo maior clímax de minha adolecência. Ele gemia e se debatia em resposta. Quando tirei meu cacete da sua bunda, a camisinha estava cheia de porra. Eu a tirei e joguei na privada junto com as outras, mandando as provas do crime por água abaixo. Herbie me tomou nos braços. Me apertou e me beijou, suave, ternamente. ...
Eu não precisava mais de fantasias. Herbie era real. Eu havia perdido a virgindade no deserto, aquela semana, mas havia encontrado a mim mesmo. Tudo graças a um doce e musculoso fuzileiro de pau grande.
William Cozad - Tirando a Farda - Relato de sexo entre militares